Tudo é foi, pastel seco s/ papel, Elisabete da'silvaÉ difícil arrancar-te um sorriso, para não ir mais longe, ao ponto de dizer que é impossível.
Posso. Ir. Ficar. Sair. Entrar.
O teu semblante é sempre o Mesmo.
Posso. Tentar ordenar todos os objectos pela tua ordem que é da direita para a esquerda e não da esquerda para a direita.
O resultado do teu semblante será semelhante. A menos que,
eu me engane e
cometa um erro, uma pequena falha. Aí todo o teu Ser entra em desordem e fazes questão de me dar a perceber.
Fico então eu, desordenada, desarticulada das minhas articulações e começo a diminuir, até ficar tão pequenina, quase invisível como o teu sorriso.Nota relativa à escolha da imagem: Vemos, mas não sabemos como mostrar. Reconhecemos, mas damos a perceber da pior forma. Choramos, mas seguimos sempre em frente. É no regresso ao desmerecimento que nos despimos de nós e não queremos que nos sintam assim. Viramos as costas.